Está já pronta a segunda edição do opúsculo Orar com a Beata Alexandrina. Desta vez a autoria está atribuída à própria Beata, ao modo do que foi repetidamente feito em situações análogas pelos Signoriles. O livrinho apresenta agora um pequeno prefácio e um apêndice, que é uma breve biografia. Transcrevem-se aqui estes dois textos.
Prefácio
Jesus, recordo-Vos todos os corações que eu amo, todos os corações amigos e inimigos, conhecidos e não conhecidos, fiéis e infiéis, o mundo inteiro!
Beata Alexandrina
Quer a Via-Sacra, quer a Novena que aqui se apresentam resultaram duma montagem de textos da Beata Alexandrina. A Via-Sacra preparou-a o P.e Humberto Pasquale, a Novena é obra da Prof.ª Eugénia Signorile. Uma e outra destas orações seriam certamente muito queridas da Beata de Balasar: a Via-Sacra, porque mostra o caminho do Calvário que ela seguiu vezes em conta, à imitação do Salvador; a Novena, por ser também a expressão da sua vibrante paixão por Jesus e pela Mãezinha.
Sabe-se que a Beata Alexandrina rezava por muitas e diversificadas intenções, como registou na Autobiografia e como fica claro de alguns passos da Novena.
Por isso, quem com ela reza – e pode fazê-lo repetidas vezes –, sem esquecer os seus problemas pessoais ou familiares, de ordem espiritual e material, deve ter presentes as grandes preocupações que afligem a Igreja e o mundo:
De nada se pode alhear a oração do filho de Deus, a quem é mandado orar até pelos seus inimigos. Ele deve ser sempre um portador de esperança, que para isso lhe serve a fé. E a sua oração há-de ser escutada: «Pedi e recebereis!»
Breve biografia
Humilde filha dos campos, exuberante e sensível, a Beata Alexandrina (Balasar, 30/3/1904-13/10/1955) aos 14 anos salta duma janela para salvar a sua pureza.
Daí, uma paralisia progressiva que a pregará ao leito por 30 anos.
Num mar de dores, compreende a pouco e pouco o valor salvífico do sofrimento aceite com amor e torna-se uma poderosa alma-vítima e grande mística.
É escolhida por Jesus também como instrumento para obter a consagração do mundo a Nossa Senhora.
Desde 1938 até à morte revive semanalmente a Paixão, no corpo, no coração e na alma.
Desde 1942, sofre o martírio dum jejum total, alimentando-se apenas de Jesus Eucarístico. Imita Cristo não só no sofrer mas também no amar, ao ponto de irradiar a vida divina e de atrair multidões de visitantes, que ficam transformados.
No dia 25 de Abril de 2004, Sua Santidade o Papa João Paulo II declarou-a Beata.
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