Ainda estão vivas em Balasar duas mulheres que lidaram muito de perto com a Beata Alexandrina e que são citadas na sua biografia: a Felismina Martins e a Auxília.
A Felismina Martins nasceu em Fevereiro de 1914; da última vez que conversei com ela no ano passado estava muito lúcida, falava sem qualquer dificuldade e demonstrava uma memória muito pronta, inclusive citando datas com rigor. Era afilhada da D. Ana Costa.
Sobre a casa da Alexandrina, disse que houve dois momentos de obras. Ao princípio, em cima, só havia a sala e um quarto: o quarto ficava para o lado nascente, encostado à sala. As escadas davam para o quarto e para a sala; a cozinha era em baixo. O alçapão, de que se fala no episódio do salto, ficava para o meio da sala, em frente à janela.
A Alexandrina, mesmo já acamada, começou por ficar na sala. Quando o Pe. Pinho passou a dirigi-la, já havia os quatro quartos.
A parte da casa à esquerda da sala é obra muito mais recente.
Disse que a Alexandrina esteve possessa um mês e que então chamava impostor ao Pe. M. Pinho. Assobiava e dizia nomes muito feios. Também chamou nomes feios à Felismina.
Com a Auxília nunca falei, mas falei com uma filha dela. Serviu em casa da Beata já para o fim da sua vida. Esta senhora tem cerca de 70 anos.
O Pe. Humberto, aquando do Processo Diocesano, alojava-se em casa dela.
José Ferreira
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