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  <title>ALEXANDRINA DE BALASAR</title>
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  <description>ALEXANDRINA DE BALASAR - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Thu, 25 Feb 2010 08:50:13 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Thu, 25 Feb 2010 08:47:30 GMT</pubDate>
  <title>A ICONOGRAFIA DE CRISTO NO ARCIPRESTADO DA ALEXANDRINA </title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff6600&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%; font-size: 14pt&quot;&gt;Vida pública&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%; font-size: 14pt&quot;&gt;A iconografia de Cristo privilegia a sua morte, a instituição da Eucaristia, a sua infância, até o seu baptismo. À parte estes momentos, não é tão abundante. Por isso, é bom podermos assinalar uma meia dúzia de quadros da Vida Pública: a tempestade amansada no Mar da Galileia, na frente da igreja paroquial das Caxinas (em relevo), um momento do episódio da Samaritana, numa fonte pública a nascente da Praça do Almada, na Póvoa de Varzim, Jesus a abençoar as crianças, na capa dos números iniciais da &lt;i&gt;Cruzada&lt;/i&gt;, saídos na Póvoa de Varzim, um painel do Bom Pastor, na frente da igreja da Estela (havia também um painel do Bom Pastor no retábulo do altar-mor da igreja de Balasar) e um painel da Transfiguração no retábulo da igreja de Touguinhó.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 20 Feb 2010 10:20:26 GMT</pubDate>
  <title>TRADUÇÃO PARA CHECO</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%; font-size: 14pt&quot;&gt;O livro de Francis Johnston &lt;i&gt;Alexandrina the Agony &amp;amp; the Glory&lt;/i&gt; foi traduzido para checo por Bob Dvorak; brevemente será colocado em linha. O opúsculo do Kevin vai ser também traduzido para a mesma língua.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 18 Feb 2010 08:35:36 GMT</pubDate>
  <title>MAIS VÍTIMAS DA REPÚBLICA NA PÓVOA DE VARZIM</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O estudo das vítimas da República na Póvoa de Varzim &amp;ndash; que é também o estudo do contexto concreto em que a pequena Alexandrina lá viveu &amp;ndash; está-se a revelar muito mais interessante do que esperávamos. Ontem, quase por acaso, descobrimos o que se passou com as Irmãs de Caridade que trabalhavam no hospital. Além de comer e dormir, ganhavam por ano um hábito novo. Mas nem isso lhes valeu. Já colocámos na &lt;a href=&quot;http://vitrepublica.blogspot.com/&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;página respectiva&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; um breve artigo sobre a sua expulsão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Também conhecemos agora melhor como se processou o regresso paulatino das Ordens Religiosas a Portugal após a sua extinção em 1834: começou logo em meados do século XIX, com a Regeneração, e por sinal teve um episódio lamentavelmente célebre chamado a Questão das Irmãs de Caridade. Vem tratado na Enciclopédia Verbo em &amp;ldquo;Irmãs de Caridade&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Sabemos ainda de duas perseguições carbonárias na Póvoa, uma contra o reitor do Liceu, que se chamava Alberto Nunes Rica, e era sacerdote, outra contra outro sacerdote local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 15 Feb 2010 12:03:55 GMT</pubDate>
  <title>RECENSÃO SOBRE O OPÚSCULO DE KEVIN ROWLES</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Esta recensão que fizemos à edição americana do opúsculo do Kevin Rowles será em breve colocada em linha no Sítio Oficial em português e inglês:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O opúsculo de Kevin Rowles, &lt;i&gt;A Living Miracle of the Eucharist&lt;/i&gt;, está a ter um comportamento singular. Depois de começar como edição de autor, foi já publicado na Austrália e saiu agora nos Estados Unidos pelas &lt;a href=&quot;http://www.newhope-ky.org/inspiringlives.htm#alexandrina&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #548dd4; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;New Hope Publications&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Cremos que a edição australiana se limita a repetir a inglesa; já a americana tem a originalidade de ser largamente ilustrada: cerca de 40 imagens muito seleccionadas. Além disso, o formato do opúsculo deixou de ser o de bolso para ser bastante maior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Foi muito bom não ter sido esquecida a tão generosa promessa de Jesus a quem visitar o túmulo da biografada: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&amp;ldquo;Prometo-te &amp;ndash; confia &amp;ndash; que depois da tua morte todas as almas que visitarem o teu túmulo serão salvas, a não ser que o visitem para prevalecer no pecado, abusando da grande graça que por ti lhes dei&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;E há ainda aquela poética oração que começa &lt;i&gt;I see my Homeland in distance&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O livrinho é uma biografia de muito agradável leitura, que não se fica só pelos aspectos episódicos e exteriores da vida da biografada, mas procura antes captar a vida interior desta grande alma mística e salientar os ensinamentos que a tornam particularmente actual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%; font-size: 14pt&quot;&gt;Na contracapa, recorda-se que a Alexandrina foi proposta pela Igreja como &amp;ldquo;um modelo de pureza e de perseverança na fé para a juventude de hoje&amp;rdquo;. É importante esta menção da juventude, hoje muito arredada da Igreja e por quem a Alexandrina, como cooperadora salesiana, tanto rezava.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%; font-size: 14pt&quot;&gt;O autor dedica a obra ao fundador da Alexandrina Society, Francis Reynolds, à sua esposa, Sheila Reynolds, à dinâmica Josie McEvoy e por fim a todos os membros dessa associação. Trata-se assim duma publicação que impulsionará significativamente a divulgação da Alexandrina no mundo de língua inglesa, num passo desejável para realizar o desejo de Jesus de que a vida desta Beata chegue até aos confins do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%; font-size: 14pt&quot;&gt;À bibliografia em língua inglesa e francesa para que remete, acrescentam-se algumas fontes da internet, nomeadamente o Sítio Oficial. Um livro inevitável nesta bibliografia é o de Francis Johnston &lt;i&gt;Alexandrina, the Agony and the Glory&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 11 Feb 2010 14:30:27 GMT</pubDate>
  <title>A EDIÇÃO AMERICANA DO OPÚSCULO DO KEVIN ROWLES SOBRE A BEATA ALEXANDRINA</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/107626.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Chegaram finalmente os exemplares da edição americana do opúsculo do Kevin Rowles. Esperamos em breve escrever alguma coisa sobre ele de modo a apresentá-lo aos visitantes do Sítio Oficial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A companhia inglesa &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.marysdowryproductions.org/&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;Mary&apos;s Dowry Productions&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt; considera a hipótese de fazer um DVD sobre a Beata Alexandrina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 21:19:22 GMT</pubDate>
  <title>VÍTIMAS DA REPÚBLICA NA PÓVOA DE VARZIM</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/107273.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;Dissemos há dias que se justificava um estudo sobre os anos iniciais da República na Póvoa de Varzim para entender melhor o contexto em que a pequena Alexandrina lá viveu. Naturalmente não tivemos ainda oportunidade para levar a cabo tão trabalhosa tarefa. Apesar disso, optámos por abrir uma &lt;a href=&quot;http://vitrepublica.blogspot.com/&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;página&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; onde colocámos o que sabemos sobre esse tema. A palestra que se encontra no seu final é da autoria dum médico que também tratou a Alexandrina.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 20:22:01 GMT</pubDate>
  <title>ICONOGRAFIA DE CRISTO</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;Temos vindo a fazer uma breve recolha de imagens relativas à iconografia de Cristo no arciprestado da Beata Alexandrina (para lá, bem entendido, das comuns cruzes). Vamos dar aqui conta do que já apurámos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;A Paróquia de Vila do Conde é certamente aquela onde se encontra uma iconografia mais variada e notável. Basta pensar em Santa Clara e em particular nas edículas dos túmulos renascentistas dos fundadores e ainda na Matriz, com os seus vitrais e com os seus monumentais retábulos. Mas há mais. Por exemplo, os grandes nichos da Via-Sacra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;Na Póvoa também há igrejas onde esta iconografia tem um relevo particular, nomeadamente a Matriz, a Basílica do Sagrado Coração de Jesus e a Igreja da Misericórdia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;À parte estes casos, há depois verdadeiros achados. Exemplos: uma fonte poveira, a nascente da Praça do Almada, onde há um grande painel de azulejo que retrata o episódio da Samaritana, um outro painel de azulejo, na fachada da Igreja Paroquial da Estela, com o tema do Bom Pastor, um Agnus Dei, a nosso ver excelente, no tímpano da porta principal da Igreja Românica de Rates (há um outro, pequenino, mas muito bonito, na fachada da Igreja da Misericórdia poveira), um original conjunto escultórico da aparição do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Alacoque na Igreja de Bagunte, uma óptima imagem do Ressuscitado na Igreja do Outeiro Maior, um grande painel da Transfiguração na Igreja de Touguinhó, vários painéis da Anunciação, do Baptismo e da Última Ceia, etc., etc. Autênticas maravilhas!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 19:24:52 GMT</pubDate>
  <title>OS PAÍSES QUE ESTÃO NO TOPO DAS ESTATÍSTICAS</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;Esta página destina-se antes de mais a notícias. Mas às vezes elas escasseiam e só isso é que justifica que ela se desvie da sua função. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt&quot;&gt;Veja-se então a lista dos países que, de acordo com a última informação estatística, ocupam os primeiros lugares nas visitas ao Sítio Oficial: Brasil, Portugal, Estados Unidos, França, Alemanha, Rússia, Canadá, Itália e Polónia. A surpresa é o lugar ocupado pela Rússia, pois o resto é o esperado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 13:53:40 GMT</pubDate>
  <title>O PÁROCO DA ALEXANDRINA NO EXÍLIO</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/106676.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Os jornais poveiros do período em que a pequena Alexandrina esteve na Póvoa permitiam escrever um longo e instrutivo folhetim. Aliás, é um estudo que precisa de ser feito e que um dia tentaremos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Verdade seja dita que havia republicanos e republicanos: é indispensável matizar. Muita gente que ficou contentíssima com a instalação do novo regime viu depois que ele, na prática, era um embuste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O prior da Póvoa &amp;ndash; então o pároco da Alexandrina &amp;ndash; que era um esclarecido lutador, partiu para o exílio em Vila do Conde em finais de Março de 1911.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Veja-se o que então se escreveu:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&amp;ldquo;Surpreendeu-nos dolorosamente a notícia do castigo com que o ministro da justiça distinguiu o ilustrado director d&amp;rsquo;&lt;i&gt;O Poveiro &lt;/i&gt;e zeloso pároco desta vila, Rev. Manuel Martins Gonçalves da Silva. Dizemos &lt;i&gt;distinguiu&lt;/i&gt;, porque hoje é na realidade uma alta distinção para os Reverendos Párocos serem igualados, na perseguição, aos Ex.mos Prelados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Porque foi o primeiro pároco do país desterrado do seu concelho e não só da sua freguesia: não pequena honra cabe também a esta vila e a este jornal por contar o seu pároco e o seu director entre as vítimas da &lt;i&gt;intangível lei da separação&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Porque foi só ela &amp;ndash; para nós não resta a menor dúvida &amp;ndash; a única lei &lt;i&gt;ofendida (?)&lt;/i&gt; nas práticas que o nosso Rev. Pároco fez às missas conventuais contra a maçonaria e denominadamente contra o &lt;i&gt;triângulo maçónico&lt;/i&gt; desta vila.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A &lt;i&gt;intangível&lt;/i&gt; é filha predilecta da maçonaria; quem esta melindra a filha melindra e &lt;i&gt;vice-versa&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O nosso Rev. Pároco não atacou a &lt;i&gt;intangível&lt;/i&gt;, mas atacou a maçonaria, o que vem a dar na mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Inde irae&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&amp;rdquo;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O Poveiro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;, 28/3/1912.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 31 Jan 2010 23:01:58 GMT</pubDate>
  <title>RESPEITO DA ALEXANDRINA PELOS SACERDOTES</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/106391.html</link>
  <description>&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A Alexandrina foi para a Póvoa de Varzim frequentar a escola em Janeiro de 1911 e deve ter regressado em fins de Junho de 1912. Estava então ao rubro a fúria carbonária contra a Igreja. Mas esta pequena sabia qual era o seu lado da barricada:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Lembro-me que tinha muito respeito pelos sacerdotes e, quando estava sentada à porta da rua, só ou com minha irmã e primos, levantava-me sempre à sua passagem e eles correspondiam, tirando o chapéu, se era de longe, ou dando-me a bênção, se passavam junto de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Observei, algumas vezes, que várias pessoas reparavam nisto, e eu gostava e até chegava a sentar-me propositadamente para ter ocasião de me levantar, no momento em que passavam por mim, só para ter o gosto de mostrar a minha dedicação e respeito pelos ministros do Senhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Sobre as violências praticadas contra a Igreja, abra &lt;a href=&quot;http://www.centenariodarepublica.org/centenario/&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;aqui&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; e procure em Temas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 30 Jan 2010 10:30:34 GMT</pubDate>
  <title>A PROPÓSITO DA QUADRA ANTI-REPUBLICANA DA ALEXANDRINA</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/106126.html</link>
  <description>&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Escreve Rui Ramos (&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal&quot;&gt;Outra Opinião, Ensaios de História&lt;/i&gt;, O Independente, Lisboa, 2004, pág. 24) que &amp;ldquo;em 5 de Outubro de 1910, os republicamos portugueses derrubaram um regime que honrava os princípios do Estado de Direito e representativo: a concepção do estado como comunidade de cidadãos iguais entre si, o império da lei, a separação e equilíbrio de poderes, etc.&amp;rdquo; E na contracapa do mesmo livro lê-se que o nosso país &amp;ldquo;passou o século XX a pagar a factura do 5 de Outubro. A revolução republicana comprometeu os fundamentos institucionais e culturais da democracia representativa em Portugal&amp;rdquo;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Nem uma nem outra destas citações põe em evidência porém as violências de que a Igreja foi alvo, que foram muitas, muitas. Nós já colocámos em linha dois textos que ajudam a perceber um pouco o seu alcance na &lt;a href=&quot;http://madresa.blogspot.com/&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;Póvoa de Varzim&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://villacomitis.blogspot.com/2009/10/vc3.html&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;Vila do Conde&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;. Mas nos jornais do tempo destas cidades há um vasto manancial informativo, que dá o contexto para entender a quadra que a pequena Alexandrina gostava de cantar na Póvoa:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Co&apos;as barbas de Afonso Costa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Nós faremos um pincel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Para limpar as botas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Ao bom Rei D. Manuel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Não sabemos se estes versos correspondem rigorosamente ao que ela cantava, já que os traduzimos do italiano, do livro &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal&quot;&gt;Cristo Gesù in Alexandrina&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Veja-se agora esta notícia do jornal &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal&quot;&gt;O Poveiro&lt;/i&gt;, de 11 de Outubro de 1910 (menos duma semana após a Revolução):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&amp;ldquo;No sábado último, os noviços do convento dos Franciscanos da freguesia de Barqueiros, lugar das Necessidades, concelho de Barcelos, cujo convento é filial do de Varatojo e Montariol, de Braga, embarcaram na estação do cominho de ferro de Laundos, para os lados de Famalicão, não se sabendo o destino que tomaram; mas provavelmente para irem para as casas das suas famílias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;No mesmo comboio, em direcção às Fontainhas &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal&quot;&gt;(em Balasar)&lt;/i&gt;, embarcaram as Doroteias da Póvoa, disfarçadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Daquela estação dirigiram-se à freguesia de Gueral, concelho de Barcelos, para casa duma educanda que eles &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal&quot;&gt;(sic) &lt;/i&gt;tinham fanatizado, e onde se encontram até verem no que param as coisas&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 28 Jan 2010 22:38:27 GMT</pubDate>
  <title>NO FIM DE CADA ÉPOCA DESPORTIVA VINHA AGRADECER-LHE</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Saiu há poucos dias o novo número do Boletim de Graças. A página inicial é semelhante às dos números anteriores, as do meio, essas são muito originais, pois integram-se no Ano Sacerdotal. A primeira delas contém pensamentos de S. Cura d&amp;rsquo;Ars, a segunda um longo texto do jovem sacerdote Paulo Sérgio Rodrigues, que presta serviço em Balasar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Das graças recebidas, há uma que vamos transcrever:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&amp;ldquo;Durante aproximadamente trinta anos, pratiquei futebol, chegando a ser profissional da Primeira Divisão Nacional. Sempre pedi à Beata Alexandrina que intercedesse por mim a Deus Pai, Maria Santíssima, para que me protegesse de lesões graves. E graças a Deus hoje já abandonei a carreira e nunca tive lesões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Todos os anos, no fim de cada época desportiva, vinha agradecer-lhe, com caminhada desde a minha casa &lt;i&gt;(na Póvoa de Varzim) &lt;/i&gt;até Balasar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Agradeço de fundo do coração e espero que continues comigo nesta longa caminhada da vida terrena.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;J.C.L.&amp;rdquo;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 24 Jan 2010 23:08:24 GMT</pubDate>
  <title>“O DEDO DE DEUS ESTÁ AQUI” EM LINHA</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/105599.html</link>
  <description>&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&amp;ldquo;&lt;a href=&quot;http://alexandrinabalasar.free.fr/o_dedo_de_deus.htm&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;O Dedo de Deus está aqui&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&amp;rdquo; já está em linha. Agora, depois do grande trabalho de quem o preparou e de quem o colocou em linha, agradecia-se que os leitores se dessem ao cuidado de lhe tecerem alguns comentários. Eventualmente até poderiam dar lugar a correcções.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 24 Jan 2010 19:44:58 GMT</pubDate>
  <title>BALASAR </title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Paróquia poveira onde nasceu a Alexandrina; integra-se no concelho da Póvoa de Varzim e na Arquidiocese de Braga e a sua padroeira é Santa Eulália de Mérida. Na sua área, até 1430, havia as paróquias de S. Salvador de Gresufes e de Santa Eulália de Balasar. Assim, além da actual, Balasar já teve mais quatro igrejas paroquiais, mas não se conserva qualquer vestígio dos edifícios delas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A palavra Balasar origina-se de Belisário e teve, ao longo dos tempos, formas muito variadas, como Belsar, Bassar, etc. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Os terrenos da freguesia são predominantemente planos e férteis; atravessa-os o rio Este, que nos meses de Inverno alaga frequentemente os campos vizinhos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Geologicamente, Balasar tem a particularidade de ser terra de xisto. Devido à construção com base neste material, dos edifícios locais, como das várias igrejas paroquiais, pouca memória chegou até nós. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A história de Balasar foi recentemente estudada em perspectiva global. De destacar nela a lendária Fonte de S. Pedro de Rates, a Pousa Real medieval de Gestrins, a Quinta de Balasar, a aparição da Santa Cruz, figuras como Manuel Nunes Rodrigues e a sua esposa (D. Benta), o Cirurgião da Bicha, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Balasar teve um pároco poeta, o P.e António Martins de Faria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Alguns dos seus lugares mais importantes são Fontainhas, Gestrins, Lousadelo, Gresufes, Calvário, Casal, Vila Pouca, etc. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Do &lt;i&gt;Pequeno Dicionário da Alexandrina&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 23 Jan 2010 09:41:01 GMT</pubDate>
  <title>EM BALASAR</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Ontem fomos a Balasar. Depois da visita ao Santíssimo, dirigimo-nos ao túmulo da Alexandrina, pois um inglês tinha-nos pedido que aí rezássemos por sua intenção. A seguir, queríamos falar com um balasarense, mas ele tinha ido dar um passeio. Em alternativa, fomos fazer umas perguntas à D. Alice, na Casa da Alexandrina: estavam lá seis peregrinos de Lisboa. Após eles irem embora e termos falado com a D. Alice, chegaram dos sacerdotes italianos, um de Roma outro de Bríndise, da Congregação do Coração Imaculado de Maria; vinham celebrar Missa no quarto da Alexandrina. Um deles andava a ler a &lt;i&gt;Figlia del Dolore Madre di Amore&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 19 Jan 2010 14:49:57 GMT</pubDate>
  <title>NOTÍCIAS</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;O opúsculo &amp;quot;O Dedo de Deus está aqui&amp;quot; já foi enviado para o Afonso Rocha; aguarda-se a sua colocação em linha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Continua a preparação do Pequeno Dicionário da Alexandrina, que levará muitos meses a acabar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Esperamos em breve receber alguns exemplares da edição americana do livrinho do Kevin. Face às edição inglesa original e à australiana, esta tem a particularidade de ser amplamente ilustrada e de ter sido corrigida nalguns pormenores significativos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 17 Jan 2010 23:07:23 GMT</pubDate>
  <title>EXPOSIÇÃO DE OBJECTOS DE TEMA EUCARÍSTICO NAS CAXINAS, VILA DO CONDE</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/104474.html</link>
  <description>&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Na passagem dos 300 anos do laus perene na Arquidiocese de Braga, cada um dos seus diversos arciprestados vai promover uma exposição de tema eucarístico. A do Arciprestado de Vila do Conde e Póvoa de Varzim foi inaugurada no dia 17 de Janeiro, com a presença do Rev. Vigário-Geral da Arquidiocese, do Arcipreste local e de outras autoridades religiosas e civis. O valioso espólio exposto pode-se visitar na cripta da Igreja das Caxinas, Vila do Conde; as peças vieram de muitas das freguesias do arciprestado, entre elas, Balasar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Na apresentação da exposição usaram da palavra, além de outros, o Vigário-Geral, que depois de indicar a razão do evento fez um breve historial de rituais e hábitos eucarísticos que originaram peças como as expostas, e a Dr. Deolinda Carneiro, do Museu poveiro e uma das responsáveis pela exposição, que, numa perspectiva sintética, elucidou os presentes sobre os objectos ali reunidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 16 Jan 2010 16:17:25 GMT</pubDate>
  <title>SAUDAÇÃO DA ALEXANDRINA À EUCARISTIA E À MÃEZINHA</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/104377.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%&quot;&gt;Final da narrativa da Paixão recolhida pelo P.e Terças em 29 de Agosto de 1941:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;(A Alexandrina) &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;ergue-se do pavimento onde estava crucificada e, ajoelhando, entoa com voz maviosa um suavíssimo hino, voltada para a igreja paro­quial&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Em teu coração, Jesus,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Em teu sacrário de amor, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Minha alma encontra abrigo,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Toda a doçura e amor. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Vem Jesus, vem ao meu peito,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Vem, vem ao meu coração!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Repousa em mim, ó Jesus,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Repousa em meu coração!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;De pé, à janela e voltando-se para &lt;i&gt;(a igreja paroquial onde está) &lt;/i&gt;o sacrário, faz a comunhão es­piritual, dizendo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Jesus, Jesus, doce amor do meu coração!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Jesus, Jesus, loucura da minha alma, vem a mim! &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Sou tua, ó Jesus, e sem Ti não posso viver. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Tu és a minha vida, tu és o meu amor!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Vem depressa, ó Jesus, E não Te separes mais de mim!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;D&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;eixando a janela, donde se vê a igreja da freguesia, volta-se para a imagem de Nossa Senhora de Fátima, carinhosamente ornada de flores, numa peanha, ao poente do quarto:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Mãezinha, Mãezinha,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Ó terna e doce Mãe dos pecadores,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Pede a Jesus &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt; &lt;i&gt;perdão para os pecadores,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;E para o mundo inteiro!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Mãezinha, quem ama o Teu Jesus ama o Teu coração;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Quem ama o Teu coração ama &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt; &lt;i&gt;Teu Jesus.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Mãezinha, compadece-Te da terra culpada;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Mãezinha, Mãezinha, salva o mundo teu!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Mãezinha, Mãezinha, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Abençoa todos os filhos de Jesus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;E a todos dá o teu amor e a tua bênção!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;As palavras tão maviosas com que a vidente pronunciou o hino ao S.S. Sacramento e invocação à Virgem foram tão cheias de melodia e elevação espiritual que mais pareciam linguagem de anjo falando aos homens do que expressões de criatura humana. Davam impressão do gorjeio de uma ave celeste, entoando louvo­res a Deus, perdida no meio de uma floresta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Terminadas as despedidas à Virgem, Alexandrina dirige-se ao leito, deita-se e a irmã dela aproxima-se e agasalha-a com a roupa da cama.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 15 Jan 2010 18:55:03 GMT</pubDate>
  <title>CASO SINGULAR DE ABSTINÊNCIA E ANÚRIA</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/103936.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Relatório incompleto do Dr. Henrique Gomes de Araújo sobre a verificação do jejum da Alexandrina no Refúgio de Paralisia Infantil da Foz do Douro, traduzido de &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Cristo Gesù in Alexandrina&lt;i&gt;, págs. 762-764&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O nosso amigo e colega Dr. Dias de Azevedo, em Julho de 1941, acompanhou à nossa clínica Alexandrina Maria da Costa, de Balasar, para exames especializados sobre a paralisia de que sofria. Contou-nos a história da doença que explicaremos e que, com exame objectivo, se verificou tratar-se de &lt;i&gt;paraplegia espástica por compressão medular&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Não tivemos modo de determinar a qualidade do agente compressor. Nada mais soubemos da doente até Março de 1943, quando por convite do mesmo doutor se queriam mandar à casa da doente enfermeiras de absoluta confiança para verificar com todo o rigor o jejum absoluto já de há treze meses, isto é, de Abril de 1942.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Como por vários motivos não quisemos consentir, o nosso colega convidou-nos a visitar a doente em Balasar e a fazer um exame minucioso. Foi o que foi feito juntamente com o Prof. Carlos Lima, da nossa Faculdade de Medicina, em 26 de Maio passado. Foi examinada sob um duplo aspecto: neurológico e psicológico. Depois disso, decidiu-se que a Alexandrina fosse isolada numa casa de saúde&amp;hellip; por atenção ao Dr. Azevedo e a vários amigos que desde há tempos seguem a doente, resolvemos recebê-la no Refúgio de Paralisia Infantil&amp;hellip; onde entrou em 10 de Junho de 1943 e donde saiu em 20 de Julho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O estado actual da doente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Exame psicológico&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;: aparece logo perfeita, normal intelectualmente e, afectivamente e volitivamente, mas revela-se portadora de um grupo de ideias fixas que vive e sente intensamente, sem sombra de mistificação ou de impostura: ideias que determinam a sua abstinência&amp;hellip; O médico, a família e os seu s íntimos informam que esta abstinência dura já há treze meses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A sua expressão é viva e perfeita, terna, boa, cativante; atitude sincera, sem pretensões, muito natural. Não manifesta ascetismo, nenhuma melifluidade; a voz não é voz tímida, afectada, cadenciada; não é exaltada, nem fácil a dar conselhos; conversa em tom natural, inteligente e até agudo; responde sem hesitações e convicta, sempre em harmonia com a sua estrutura psíquica e a estrutura sólida de juízos bem construídos e bem delineados em si mesmos e no modo de os apresentar: sempre com ar de bondade espontânea que o clima místico que de há muito a envolve e que não parece ter provocado, não modificaram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O &lt;i&gt;aspecto somático&lt;/i&gt;: mostra uma acentuada magreza, os relevos musculares muito apagados, a pele pouco carnosa, a face e as mucosas labiais e oculares coloridas&amp;hellip;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;No &lt;i&gt;Refúgio&lt;/i&gt; foi assistida e vigiada sempre por um grupo de senhoras de indiscutível probidade, incapazes da menor venalidade ou cumplicidade, todas práticas de enfermaria mas não profissionais; pessoas livres, sem nenhum interesse pecuniário; submeteram-se por turnos a permanecer continuamente junto da doente; dormiam no seu quarto, tendo sempre no bolso a chave do mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Nenhuma pessoa estranha tocou alguma vez na doente ou a fez a limpeza higiénica sem a sua presença rigorosa. Muitas vezes este trabalho foi feito pelas próprias senhoras de modo exemplar. Mas, por outro lado, trabalho muito simples porque não havendo nenhumas evacuações, se reduzia a simples abluções de álcool por causa da transpiração, de raros vómitos, alguns com ligeiras manchas de sangue&amp;hellip;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;No dia 11 de Junho, depois duma noite pouco tranquila, acusando (como ela dizia) várias dores, encontrámo-la rósea, alegre, com um pano refrigerante na fronte e com um saco de água quente sobre o estômago.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Deve-se saber, do modo mais claro, que tanto o líquido do pano como o do saco estava &amp;ndash; sem que a Alexandrina o soubesse &amp;ndash; com uma concentração de sal inglês ou sulfato de sódio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;(O Dr. Gomes expõe depois em dias páginas o gráfico das temperaturas: pulso, respirações; menciona o peso, a pressão, o exame do sangue que na análise apareceu normal como duma pessoa que se alimenta).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Foram inúteis os nossos primeiros esforços e todos os outros, feitos em seguida, para induzir a doente a alimentar-se introduzindo no seu subconsciente conselhos através da persuasão e de um trabalho de reeducação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Por outro lado não tentámos nunca a alimentação forçada porque a julgávamos inoportuna e contra-indicada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Assim passaram os dias, um após outro, e a doente conversava, cantava cânticos religiosos, numa conformidade absoluta com a sua decadência física, mas psiquicamente forte e perfeita&amp;hellip;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;É absolutamente certo que, durante os quarenta dias que passou no refúgio, a Alexandrina não comeu, nem bebeu, nem urinou, nem defecou; e esta circunstância leva-nos a crer que estes fenómenos remontem a tempos anteriores. Não podemos duvidá-lo&amp;hellip;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Dr. Gomes de Araújo, da Real Academia de Medicina de Madrid, Director do Refúgio de Paralisia Infantil, especialista em doenças nervosas e artríticas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 13 Jan 2010 17:44:32 GMT</pubDate>
  <title>A ALEXANDRINA E A REPÚBLICA</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/103898.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Neste ano do primeiro centenário do regime republicano, com a esquerda no poder, inevitavelmente se dará grande relevo à comemoração da implantação da República, mesmo que a gente não veja que as nações de regime monárquico vivam pior que as que vivem sob regime republicano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A Alexandrina fala da República ao contar a sua estada na Póvoa de Varzim em criança e toma perante ela uma atitude muito crítica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Em &lt;i&gt;Cristo Gesù&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt; in Alexandrina&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;, vem uma quadra com que, segundo a Deolinda, ela gostava de irritar os guardas. Embora a tradução possa não a devolver com rigor ao português de origem, ei-la:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Co&amp;rsquo;as barbas de Afonso Costa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Nós faremos um pincel&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Para limpar as botas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Ao bom rei D. Manuel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Parecerá exagerado o temor que ela mostra uma vez frente aos guardas, mas a GNR, criação do novo regime, deveria simbolizar todas as prepotências que estavam a ser cometidas contra a Igreja: casas religiosas fechadas, bispos exilados, padres perseguidos, edifício religiosos nacionalizados... Na Póvoa, o colégio das Doroteias foi adaptado a quartel, as obras da Basílica do Sagrado Coração de Jesus foram suspensas, religiosos foram humilhados&amp;hellip;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Depois de umas férias, íamos para a Póvoa de Varzim, eu e a minha irmã; tínhamos quem nos acompanhasse, mas só depois de atravessarmos a freguesia. Íamos pelo caminho-de-ferro e avistámos, ao longe, dois guardas-republicanos. Tivemos medo deles, e refugiámo-nos na volta de um caminho. Como minha irmã levasse um cestinho com linho, eles imaginaram que ela levava fósforos, proibidos naquele tempo (espera-galegos), e perseguiram-nos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Não fugimos e gritámos muito. Aos nossos gritos acudiram várias pessoas. Já estavam para fazer fogo, quando compreenderam que não éramos portadoras de tal contrabando. Felizmente que, desta vez, escapámos à morte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Se os tempos eram agressivos para a Igreja, compreende-se que os membros desta tivessem particular cuidado em venerar quem pela mesma Igreja sofria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Lembro-me que tinha muito respeito pelos sacerdotes e, quando estava sentada à porta da rua, só ou com minha irmã e primos, levantava-me sempre à sua passagem e eles correspondiam, tirando o chapéu, se era de longe, ou dando-me a bênção, se passavam junto de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Observei, algumas vezes, que várias pessoas reparavam nisto, e eu gostava e até chegava a sentar-me propositadamente para ter ocasião de me levantar, no momento em que passavam por mim, só para ter o gosto de mostrar a minha dedicação e respeito pelos ministros do Senhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O bispo que em Vila do Conde a crismou fê-lo no exílio, pois era bispo de Algarve;&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://villacomitis.blogspot.com/2009/10/vc3.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;o de Braga&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium&quot;&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;que também estava no exílio (como todos os outros) virá mesmo a falecer no exílio, exactamente em Vila do Conde, que é distrito do Porto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O futuro P.e Pinho, esse, jovem seminarista, tivera de fugir para o estrangeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A República não tem muito que celebrar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 11 Jan 2010 15:53:33 GMT</pubDate>
  <title>O ESTILO DA BEATA ALEXANDRINA</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
  <link>http://alexandrina.blogs.sapo.pt/103633.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Como professor de língua e literatura portuguesas, desde há muito que nos interessamos pela estilo da Beata Alexandrina: pela perfeição das suas cartas e das narrativas dos êxtases, pelos seus textos às vezes altamente poéticos, pelas áreas da realidade onde vai buscar as imagens, até pelas dificuldades em se exprimir que às vezes confessa, apesar de nunca fazer correcções. Mas agora descobrimos uma síntese sobre esse estilo, escrita já há mais de vinte anos e que se encontra num dos volumes do &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Summarium&lt;i&gt;. É ela que a seguir se apresenta (apesar de esta página não ser o lugar mais próprio para isso). Deve ser obra conjunta do P.es Luigi Fiora e Humberto Pasquale. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A Serva de Deus frequentou a escola primária durante poucos meses, sem fazer qualquer exame. Depois, já adolescente e com a ajuda da irmã e talvez da amiga Sãozinha, professora da freguesia, aprendeu a ler e a escrever, sempre de modo rudimentar. As suas leituras foram escassíssimas, porque lhe faltava tempo e disposição até para ler livros espirituais, como ela mesma confessa. O ambiente familiar era muito modesto e a sua cultura religiosa foi praticamente só aquela que se pode formar na escola do catecismo e na escuta da pregação popular na igreja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Dados estes precedentes, não se consegue compreender como ela pôde falar tão profundamente das mais altas verdades da fé cristã, da Trindade e da sua habitação em nós, da obra da redenção e da nossa participação nela através da dor, da nossa identificação com Cristo e da Eucaristia, do sentido do pecado e do amor de Deus, etc., etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Os censores não puderam assinalar nenhum erro e nenhuma incerteza doutrinal sobre estes temas delicados e difíceis: só pensando na escola divina de Jesus e do Espírito Santo se pode dar uma explicação ao conteúdo dos &lt;i&gt;Escritos&lt;/i&gt;. Reenviamos por isso aos dois Censores Teólogos de ofício para o seu autorizado juízo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A nós interessa-nos assinalar mais humildes elementos sobre o modo de escrever da Alexandrina. Antes de mais admira a simplicidade, associada admiravelmente à humildade, com que ela escreve ou dita a sua experiência religiosa. As palavras jorram com imediatez da fonte límpida da sua alma; elas desfilam em modo linear no discurso sem alguma complicação que ressinta afectação; não se adverte qualquer recordação de formação cultural precedente. É ela que se confessa com candor, como se sente. Sabe-se que os seus manuscritos &lt;i&gt;não têm nenhuma correcção&lt;/i&gt;: e isto é sinal de inteligência lucidíssima, de íntima participação em quanto escreve, de segurança e decisão de carácter: o que ela sente encontra imediatamente a sua expressão autêntica e plena, sem hesitação e sem reflexão. Parece coisa impossível numa analfabeta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Uma coisa natural nas cartas dirigidas tanto ao P.e Pinho como ao P.e Pasquale é o facto de Alexandrina fazer a sua exposição de consciência e referir as palavras que escutou de Jesus, mesmo em êxtase, mas ao mesmo tempo, e com genuína naturalidade, dar tantas informações de vida quotidiana corrente; sobre a sua saúde e sobre as dos familiares, sobre o correio, sobre as visitas, sobre os exames médicos, etc. Quanto há de espiritualmente alto na Alexandrina é inserido num quadro de realidade viva e diária. E isto e sinal de autenticidade e de credibilidade para tudo o que a Serva de Deus escreve ou dita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;As imagens de que ela se serve para exprimir o seu pensamento revelam uma fantasia vivíssima: parecem inexauríveis na sua riqueza e variedade; são vivazes, delicadas, com clareza de expressão, originais e perfeitamente clarificadoras do pensamento. A gente pergunta como pôde elaborar todo este material no seu quartinho fechado e escuro. Se prescindirmos de quanto lhe podia ser inspirado do Alto, a sua fantasia devia ser mobilíssima a construir com imagens a realidade externa que lhe era negado viver. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Quando o tema se alarga na descrição ampla duma cena, a fantasia da Alexandrina não se perde; sabe assumir um tom altamente poético, trate-se da descrição de um presságio ou duma festiva coreografia ou duma dramática e tempestuosa visão infernal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O sentimento acompanha sempre com muita intensidade as suas descrições: sabe exprimir o amor em todos os seus cambiantes, dos mais afectuosos aos mais apaixonados, do horror ao mal à exortação eficacíssima para o bem, da dor angustiosa à alegria inebriante. Não conhece o que é esbatido e confuso, mas o sentimento tem sempre um tom seguro e preciso; adverte-se que é sentido com intensidade e expresso com imediatez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Nos &lt;i&gt;Escritos&lt;/i&gt; da Alexandrina há todas as características do estilo místico: repetições contínuas, contrastes fortes de sentimentos e de imagens novas e fora da nossa experiência ordinária, mensagens misteriosas, inapreensível variar entre o divino e humano, acentuação de tons e de cores; mas o conjunto é lógico e sólido, bem construído com uma coerência íntima, dominado pelo único grande tema da sua missão, que é a de confortar Jesus e a salvação às almas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Deve-se dizer que a leitura prolongada dos &lt;i&gt;Escritos&lt;/i&gt; não está isenta duma certa fadiga por uma grande e quase arrepiante insistência sobre o tema da própria dor física e moral; pela descrição repetida da Paixão do Senhor em todos os seus momentos: o que é edificante, mas deixa menos caminho para a reflexão sobre outros muitos aspectos confortantes e exaltantes da vida do Senhor a que estamos habituados; pelo mundo místico que é sempre distante da nossa experiência quotidiana e também da nossa ordinária sensibilidade. Não é fácil entrar no mundo da Alexandrina e achar-se aí inserido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Não obstante isto, a leitura, exactamente pela humildade e sinceridade que inspiram os &lt;i&gt;Escritos&lt;/i&gt;, pelo ideal da heróica doação a Deus que brota na vida da Alexandrina e se comunica a nós, pelo fascínio que vem da espontaneidade, da riqueza e do variar das incessantes descrições é sempre estimulante e enriquecedora. Nós falamos, digo falamos, de Deus e do seu amor, do pecado e da penitência, das realidades religiosas da nossa vida: lendo os &lt;i&gt;Escritos&lt;/i&gt; da Alexandrina sentimos que, destas realidades, ela &lt;i&gt;vive&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 10 Jan 2010 23:26:33 GMT</pubDate>
  <title>CONGRESSO SACERDOTAL</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Um congresso sacerdotal, Congresso Internacional sobre o Presbítero &amp;ldquo;A Escuta da Palavra&amp;rdquo;, vai ter lugar em Braga entre os dias 12 e 15 de Janeiro. Consulte-se a &lt;a href=&quot;http://congressosacerdotal.com/&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;página oficial&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; do evento.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 08 Jan 2010 22:32:34 GMT</pubDate>
  <title>SÓ PELA MÃE DE DEUS O MUNDO PODERÁ SER SALVO</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Há um pormenor relativo à Consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria que merece alguma reflexão. No primeiro pedido, Jesus disse com toda a clareza que pretendia que essa consagração fosse anual:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal; font-size: 14pt&quot;&gt;&amp;quot;Manda dizer ao teu Pai espiritual que, em prova do amor que dedicas à minha Mãe Santíssima, &lt;u&gt;quero que seja feito todos os anos um acto de consagração do mundo inteiro&lt;/u&gt; num dos dias das suas festas escolhido por ti &amp;ndash; ou Assunção, ou Purificação, ou Anunciação &amp;ndash; pedindo a esta Virgem sem mancha de pecado que envergonhe e confunda os impuros, para que eles arrecuem caminho e não Me ofendam. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal; font-size: 14pt&quot;&gt;Assim como pedi a Santa Margarida Maria para ser o mundo consagrado ao meu Divino Coração, assim o peço a ti para que seja consagrado a Ela com uma festa solene&amp;quot; (30 de Julho de 1935).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Na carta que no ano seguinte o P.e Mariano Pinho enviou para o Cardeal Pacelli não mencionou esse pormenor. Reduziu a mensagem a isto: &amp;ldquo;Quero que o mundo inteiro seja consagrado à Minha Mãe pelo Sumo Pontífice&amp;rdquo; (&lt;i&gt;volo ut mundus totus a Summo Pontifice Matri Meae consecretur&lt;/i&gt;). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Não seria conveniente, neste difícil momento que a Igreja atravessa, repensar o pedido original de Jesus? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;A consagração de 1942 foi tão eficaz&amp;hellip;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&amp;ldquo;Eu que quero a consagração do mundo à minha Imaculada Mãe. Mas quero que todo o mundo saiba a razão por que Lhe é consagrado. Eu quero que se faça penitência e oração. (&amp;hellip;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Só por Ela poderá &lt;i&gt;(o mundo) &lt;/i&gt;ser salvo. E se ele fizer penitência e se converter! Ela é a minha Rainha, a Rainha do Céu e da terra&amp;rdquo; (25 de Abril de 1938).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 07 Jan 2010 08:40:43 GMT</pubDate>
  <title>A HOMOSSEXUALIDADE OU SODOMIA</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Como o tema tem a maior actualidade, coloquei em linha um texto que espero ler amanhã numa rádio poveira sobre a homossexualidade ou sodomia. Pode-se ver &lt;a href=&quot;http://venhadai.blogspot.com/&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;aqui&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Veja-se também &lt;a href=&quot;http://resistimos.blogspot.com/2008/10/unies-homossexuais.html&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;este artigo&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; de Silva Araújo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 22:36:55 GMT</pubDate>
  <title>DECRETO DAS VIRTUDES HERÓICAS</title>
  <author>Alexandrina de Balasar</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;O &lt;a href=&quot;http://alexandrinabalasar.free.fr/decreto_sobre_as_virtudes.htm&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800080&quot;&gt;Decreto das Virtudes Heróicas&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; já está em linha. Já devia estar há muito - ele data de 1996 - mas estas coisas acontecem. É este reconhecimento oficial que abre as portas à beatificação e à canonização dum servo de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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