Quinta-feira, 27 de Julho de 2006

1º ENCONTRO DE DIVULGADORES DA BEATA ALEXANDRINA

 

Dia e hora – 5 de Agosto de 2006, com princípio às 10 horas

 

Local – Centro de Estudos da Beata Alexandrina, na Residência Paroquial de Balasar

 

 

 

Programa

 

 MANHÃ

 

1 – Abertura – Pe. José Granja

2 – Apresentação dos Participantes

      breve informação sobre actividades desenvolvidas por cada um

3 – Comunicações

 

a – Situação actual dos estudos da Beata Alexandrina (15 m) – José Ferreira

b – O que há no Sítio Oficial (15 m) – Afonso Rocha

 

4 – Coordenação: troca de impressões, em plenário, sobre projectos e dificuldades dos Divulgadores

 

Almoço

 

 

TARDE

 

1 – Visita guiada a Casa da Beata Alexandrina

 

2 – Conclusões

 

3 - Encerramento

 

Publicado por Alexandrina de Balasar às 13:34

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Segunda-feira, 24 de Julho de 2006

OS TRÊS PASTORINHOS

 

O Pe. Humberto também escreveu curtas peças de teatro. A que se segue é como uma amostra, um breve trecho de tema natalício, em verso; está assinada pelo seu pseudónimo Salesianus e traz a indicação de: «Para rapazes- infantil».

 

 

            PERSONAGENS:

 

 

ISAC (10 anos)

ABRAÃO (10 anos)

LEVI (10 anos)

 

 

ACTO ÚNICO

 

(O palco representa a caverna de um monte. Ao fundo, um cordeiro preso. Os três dormem à entrada do palco. Alguma. palha serve de enxerga, Abraão e Isac dos lados. Ao centro, Levi. Abraão está coberto com uma grossa pele de carneiro. Têm a cabeça sobre pedras, de modo que o seu rosto fique um pouco visível da plateia. É luar).

 

 

(ISAC, ABRAÃO e LEVI)

 

ISAC

Esta noite dormiste, Levi?

 

LEVI (senta-se)

Esta noite não dormi.

Tenho frio, tanto, tanto,

Estou mesmo regelado.

 

ISAC

Chega-te aqui a meu lado,

Ficas mais aconchegado.

E tu, tens sono, Abraão?

 

ABRAÃO

Tenho frio, sono não.

 

LEVI

Noite assim nunca eu vi.

Lá fora está a nevar...

 

ISAC

Chegai-vos ao pé de mim.

 

ABRAÃO (senta-se)

Estou a ver o luar,

O Céu parece jasmim.

 

LEVI

E eu estou a tiritar,

Noite assim nunca vi...

Tua pele queres dar

Em troca do meu pião?

 

ISAC (de pé)

Com um frio de rachar

Não farei tal transacção.

 

LEVI (de pé)

E a pele do teu cordeiro

Queres vender-ma, Abraão?

 

ABRAÃO

Vendê-lo-ei todo inteiro,

Não vou vender só a lã.

 

LEVI

Vais vendê-lo? Mas a quem?

 

 ABRAÃO

Mal descobrir a manhã,

Irei a Jerusalém

Ao Herodes Idumeu.

 

LEVI

Pensa bem que vais fazer...

Tão mau! Medo tinha eu!

 

ABRAÃO

Se ele me tentar bater,

Fugirei para Belém.

 

LEVI

E se a guarda te prender?

 

ABRAÃO

Gritarei por minha mãe.

(Outro tom)

Tenho sono... Vou dormir...

 

LEVI

E eu, sono e frio também...

 

ISAC (senta-se)

Eu, por mim, já descansei.

E vós não quereis ouvir

Lindo sonho que eu sonhei,

Lindo menino que eu vi?

 

LEVI

Eu ‘stou mesmo regelado!

 

ISAC

Não queres ouvir, Levi?

 

LEVI

Conta, que estou acordado.

 

ABRAÃO (de pé)

O meu sono já perdi,

Diz, Isac o que hás sonhado.

 

ISAC

Viera à terra um menino

Do Céu fazer-nos herdeiros...

Também Pastor, mas divino

Éramos nós os cordeiros!

 

ABRAÃO

E tu já o conhecias?

Quem era?

 

ISAC

                 Era o Messias!

 

LEVI e ABRAÃO (sentam-se)

O Messias!?

 

ABRAÃO

Rezam as profecias

Que há-de nascer em Belém!

Já uma vez ouvi falar...

 

LEVI

E eu ouvi contar também...

 

ISAC

Mas que lindo! Ele sorriu

Para mim... e eu para Ele.

Tremia muito de frio,

Dei-lhe então a minha pele.

 

ABRAÂO

Conta mais e conta bem.

Oh, que sonho, que alegria!

 

ISAC

A seu lado estava a Mãe,

Era uma Virgem: Maria!

Toda pureza e doçura,

Era uma estrela de luz!

Com que mimos de ternura,

Com que mimos de carinho,

Abraçava o seu filhinho,

O seu filhinho Jesus!

De barbas a branquear

Havia um Santo também...

 

ABRAÃO

Era o avô, se calhar...

 

ISAC

Não. Era guarda da mãe.

 

(Dentro dos bastidores cantam)

 

Ah! Vinde todos à porfia

Cantar um hino de louvor,

Hino de paz e de alegria,

Pois já nasceu o Salvador.

Gloria in excelsis Deo!

 

(Durante este canto, os três pastorinhos estão admirados, e no seu rosto vai-se espalhando grande alegria. No fim, levantam-se com entu­siasmo).

 

TODOS

Será verdade?

 

ABRAÃO

Vou já correr à cidade.

Oh, que alegria tamanha!

 

LEVI (ao F., espreitando à D.)

Olhai, além na montanha,

Tantos anjos, tanta luz!

 

ISAC

É certo, nasceu Jesus!

 

ABRAÃO

Dar-Lhe-ei o meu cordeiro.

(Pega nele aos ombros)

 

ISAC

Eu dou-lhe a pele do carneiro

Para se agasalhar..

 

LEVI

Mas eu não tenho que dar

A esse lindo menino

(Chora)

Naquele presépio nado...

Já descobri: um rabino

Deu-me um livrinho doirado

Sobre o Messias divino.

 

ISAC

Mas ele ‘inda é pequenino...

De certo não sabe ler...

 

LEVI (pensa)

É verdade! Que fazer?

Dou-lhe um figo madurinho,

Que me deu a minha mãe.

 

ABRAÃO

Mas, sem dentes, coitadinho,

Não pode comer também.

 

LEVI (a chorar)

Pobre de mim! Mas então

Que posso dar-lhe afinal?

Ah! Já sei: o meu pião

Com o bico de metal.

 

ABRAÃO

Mas ele não o sabe deitar,

Nem sabe apanhá-lo à mão,

Nem de bico para o ar

E caraculo prò chão.

 

ISAC (ao fundo)

Vês uma estrela a brilhar?

Nós já vamos... (aponta).

É acolá!

(Saem Isac e Abraão).

 

LEVI

E eu sem ter que lhe dar…

(Ajoelha a chorar).

Ó Jeová! Jeová!

(Levantando-se).

 

Ah! Já sei. Correrei lá.

Mesmo que seja pobrezinho,

Pego nele com devoção,

Aperto-o ao meu coração,

E depois... dou-lhe um beijinho!

 

(Sai a correr, enquanto cantam dentro «Gloria in excelsis Deo!»)

 

 

Cai o pano

Publicado por Alexandrina de Balasar às 14:27

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Domingo, 16 de Julho de 2006

CANCER CURED

 

Recently I found in Alexandrina’s House, in Balasar, into  an old  little book, a leaflet where could be read this typewritten acrostic:

 

     Can you imagine, over there, friends dear,

     Alexandrina’s power, how to cure,

     Not by her own, but by divine power,

     Cancer, the dread disease, we all fear ?

     Exactly, that’s what really happened,

     Recently, in not so distant England !

     Cancer of the breast, a lady suffered,

     Until she’d recourse to her in prayer.

     Request was granted, «Madam, you are cured !»

     Exclaimed to her the dumbfounded Doctor.

     Don’t you doubt, Alexandrina’s power !
Publicado por Alexandrina de Balasar às 11:29

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Sexta-feira, 14 de Julho de 2006

OBRAS DO PE. HUMBERTO PASQUALE

 

Sabia-se que, quando, naquele ano de 1944, o Pe. Humberto passou a dirigir a Beata Alexandrina, já era considerado escritor, já tinha obra publicada. Poucos saberiam é que obras eram essas.

Vejam-se alguns títulos: Que Mãe!,  Onde não há Padres, Asas brancas.

Nestes casos, a autoria vem atribuída claramente a Humberto Pasquale (ou Pascoal), mas noutros livros encobre-se com o pseudónimo de Salesianus.

É o caso de Vítima duma calúnia, Nas linhas de fogo, Maná.

Às vezes, Salesianus é só tradutor, como em O maior tesouro.

Os livros então publicados hão de ter atingido um número muito expressivo; com eles, o Pe. Humberto mostrava ao mundo a sua obra salesiana e concretizava os seus anseios de apostolado.

A princípio, os livros eram publicados pelo Instituto de Mogofores; mais adiante nascerão oficialmente as Edições Salesianas.

 

Publicado por Alexandrina de Balasar às 22:49

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Sexta-feira, 7 de Julho de 2006

SANTA CRUZ DE BALASAR / HOLY CROSS OF BALASAR

 

SANTA CRUZ DE BALASAR

 

A Confraria da Santa Cruz de Balasar celebra este fim-de-semana a sua Festa. Sobre a Santa Cruz de Balasar, veja aqui: http://alexandrinabalasar.home.sapo.pt/pagina_mensal_mars06_pt.htm

 

 

HOLY CROSS OF BALASAR

 

The Confraternity of the Holy Cross of Balasar celebrates this week a feast on honour of the Holy Cross, appeared in the parish many years ago. For further information on the Holy Cross, see here: http://alexandrinabalasar.home.sapo.pt/pagina_mensal_mars06_uk.htm

Publicado por Alexandrina de Balasar às 14:36

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