Quarta-feira, 31 de Maio de 2006

EM 1992, EU TIVE O PRIVILÉGIO DE ME SER DADA PELO ESPÍRITO SANTO A MISSÃO…

Viu-se que o jornal The Anglo-Celt falava de Francis Reynolds como um «homem que tem uma missão». Mas Francis não foi um vidente, não foi sequer um miraculado que descobrisse na sua cura um caminho novo a percorrer: mas sabe, apesar de tudo, que «tem uma missão».

A newsletter número 44 da «Blessed Alexandrina Society» é bastante precisa sobre o que se passou em 1992. Aí se escreve:

«Uma manhã ao chegar da Missa, ele (Francis Reynolds) encontrou uns poucos de folhetos e publicação religiosas à entrada da sua casa. Um deles teve um efeito extraordinário sobre Francis. Quando o levantou, sentiu uma grande força espiritual que lhe vinha da imagem e começou e começou a senti-la muito santa. Francis sentia-se alheado do que o rodeava. Era a imagem duma jovem de nome Alexandrina Maria da Costa. Francis nunca tinha ouvido falar dela até então, mas instantaneamente sentiu que ela era sua. Isto pode parecer estranho, mas foi o que ele sentiu na altura».

O que se passou foi então isto; mas é curioso saber que outros amigos da Alexandrina afirmam ter sentido, de um modo ou doutro, mas sempre sensível, alguma espécie de apelo, que se traduziu depois na divulgação da Beata Alexandrina.

 

Para algum eventual interessado, deixo aqui o original inglês do parágrafo da newsletter:

«One morning when coming back from Mass, he (Francis Reynolds) found a few Religious leaflets and publications in his hallway. One of them had an extraordinary effect on him. When he picked it up, he felt a great Spiritual power coming from the picture and he began to feel very holy. Francis felt oblivious to his surroundings. It was a picture of a young woman called Alexandrina Maria da Costa. At this point Francis had never even heard of her but he instantly knew she was his. This may seem strange but it was how he felt at the time».

José Ferreira

Publicado por Alexandrina de Balasar às 09:41

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Terça-feira, 30 de Maio de 2006

OUÇAMOS FRANCIS REYNOLDS

Ontem não tive nenhuma possibilidade de colocar no blogue a continuação da palestra de Francis Reynolds; aqui fica ela agora:

 

Nada mais passou os seus lábios durante aquele tempo e ela ficou sempre com a mesma aparência, sem perda de peso ou descontrolo dos seus sentidos.

Durante este tempo muitas pessoas se dirigiriam à Alexandrina pedindo orações e curas de todo o género; elas mostravam grande interesse em relação às muitas visões que ela tinha de Jesus e de Maria e todas queriam saber como salvar as suas almas.

Alexandrina, que ofereceu a sua vida de sofrimento pela conversão dos pecadores, falar-lhes-ia da importância da Santa Eucaristia nas suas vidas e da presença real de Jesus na Eucaristia. Estou certo de que a Alexandrina encontrou, como nós, muitas pessoas que crêem que a Eucaristia é apenas simbólica; mas também estou certo que, quando deixavam o quarto da Alexandrina, não ficaria qualquer dúvida nas suas mentes sobre a presença de Cristo na Eucaristia e de como Jesus é o nosso autêntico amigo que nunca nos abandona.

Ele conhece cada um de nós pessoalmente, Ele sabe os nossos nomes. Nós podemos falar-Lhe e confiar n’Ele. Ele participa nas nossas alegrias e consola-nos na nossa dor e tristeza. Nós devemos receber Jesus na Eucaristia muitas vezes, viver n’Ele, deixarmo-nos ser guiados e transformados por Ele.

 

José Ferreira

Publicado por Alexandrina de Balasar às 10:04

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Sábado, 27 de Maio de 2006

OUÇAMOS FRANCIS REYNOLDS

Dum dossier enviado pela Sra. Jocie McEvoy, activíssimo membro da Alexandrina Society, vou começar a transcrever a primeira página duma palestra em que um dia Francis Reynolds desenvolveu o tema «Alexandrina e a importância da Santa Eucaristia nas nossas vidas»:

 

Em 1992 eu tive o privilégio de me ser dada pelo Espírito Santo a missão de fazer conhecida no mundo a maravilhosa vida espiritual de uma extraordinária mulher – Alexandrina Maria da Costa – e o seu grande amor e união com Deus, a quem ela ofereceu a vida de sofrimento pela conversão dos pecadores. Parecia-me uma missão gigantesca, mas Deus não me deixou só. Enviou-me algumas pessoas maravilhosas para se juntarem a mim e com a sua ajuda pessoas de todo o mundo estão a ouvir o nome e a conhecer a vida de Alexandrina Maria da Costa.

Para aqueles que não estão familiarizados com a sua vida, apresentarei alguns factos para os enquadrar.

Alexandrina nasceu em Portugal em 1904 e aí viveu até à morte em 1955. Quando era jovem, alguns homens tentaram molestá-la e, para salvar a sua pureza, lançou-se duma janela do primeiro andar, ferindo-se na espinha; isto paralisou-a para os últimos trinta anos da sua vida.

Embora paralisada, Alexandrina levantar-se-ia da cama e sofreria a Paixão de Nosso Senhor, desde a Agonia no Horto até à Cruz, com sinais visíveis de sofrimento, como aconteceu com Jesus, e de um modo tão vívido que sempre arrancava lágrimas dos olhos de todos os que assistiam. Isto acontecia à sexta-feira, do meio-dia até às três. Depois de cada paixão, regressava ao seu estado de paralítica. Isto passou-se durante três anos e meio, sempre com a presença de pessoas.

Alexandrina viveu durante treze anos e meio só da Santa Eucaristia.

Publicado por Alexandrina de Balasar às 09:46

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Sexta-feira, 26 de Maio de 2006

QUEM É FRANCIS REYNOLDS

No nº 44 do boletim da Blessed Alexandrina Society, pode-se ler:

 

Francis Reynolds nasceu no Condado de Cavan, Irlanda, duma família de oito filhos. Na sua Primeira Comunhão, que foi um momento extremamente importante na vida de Francis, teve o pensamento decidido de vir a ser padre. Naturalmente, isto fez muito feliz a sua mãe, pois era uma mulher muito santa e ter um padre na família seria o culminar de todas as suas orações. Assim, quando um padre visitou a sua escola em busca de vocações, Francis foi o primeiro a levantar entusiasticamente a mão, mas, para sua decepção, não foi aceite.

Algum tempo depois, teve oportunidade de contactar uma freira. Não pode recordar se ficou inquieto ou assustado, mas a mensagem que ela lhe transmitiu restaurou-lhe a confiança e levantou-lhe o ânimo. «Não te preocupes, Deus quer-te para outra coisa». Mil anos no Céu são como um minuto, mas Francis precisou de quarenta anos para encontrar o seu caminho. 

Por essa altura, Francis tomou a decisão muito definitiva de frequentar diariamente a missa. Rezava especialmente por três pessoas que passavam necessidade. Uma tinha sido doente dum hospital psiquiátrico durante trinta anos e Francis pediu que recuperasse a saúde, nem que fosse só por um ano. Pouco tempo depois, ele foi mandado para casa e pôde apreciar o primeiro momento feliz da sua vida. Um ano mais tarde, morreu. As outras duas pessoas por quem Francis rezava sofriam do cancro e estão vivos até hoje.

Publicado por Alexandrina de Balasar às 15:22

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Quinta-feira, 25 de Maio de 2006

UM NOVO BLOG

Em França existia já um “Sítio” consagrado à Beata Alexandrina de Balasar, sítio esse que já ultrapassou alegremente o número dos 150.000 visitantes.

Não existia ainda um Blog, pois os nossos “fracos” conhecimentos informáticos ainda não o tinha permitido.

Ultrapassado esse problema, acabamos de criar esse Blog que nos faltava, esperando assim motivar um maior número de amigos franceses a se interessarem da vida e das obras da nossa querida Alexandrina.

Dedicado aos franceses, o dito Blog será portanto em francês, o que não impede que portugueses, espanhois, italianos, etc., possam não só visitá-lo, mas mesmo nele publicarem as respectivas mensagens, desde que estas sejam escritas na língua de Molière.

Vinde numerosos e convidai os vossos amigos, visto que “os amigos nos nossos amigos, amigos são!”

Este é o “Link” que permite lá chegar…

http://alexandrina-balasar.blogspot.com/

Afonso Rocha

Publicado por Alexandrina de Balasar às 22:07

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UM HOMEM COM UMA MISSÃO

Por altura da beatificação da Alexandrina, um jornal irlandês referia-se em título ao fundador da Alexandrina Society como a um homem que tinha uma missão: «Belturbet man with a mission»: homem de Belturbet com uma missão (Belturbet é a terra de Francis Reynolds).

Veja-se, depois do meio desta página de The Anglo-Celt:

http://www.irish-independent.com/anglo_celt/index.php3?ca=42&issue_id=10595

Já no lead do texto, afirmava-se que ele dissera ao jornal «esta semana, que lhe tinha sido dada a missão de tornar largamente conhecida a vida e o nome desta mulher verdadeiramente notável» (a Beata Alexandrina).

Vem isto a propósito daquela religiosa de que falou o Pe. Humberto, a quem a nossa Beata apareceu. Mas ouçamos algumas palavras de Francis Reynolds:

«Em 1992 eu tive o privilégio de me ser dada pelo Espírito Santo a missão de fazer conhecida no mundo a maravilhosa vida espiritual de uma extraordinária mulher – Alexandrina Maria da Costa – e o seu grande amor e união com Deus, a quem ela ofereceu a vida de sofrimento pela conversão dos pecadores. Parecia-me uma missão gigantesca, mas Deus não me deixou só. Enviou-me algumas pessoas maravilhosas para se juntarem a mim e com a sua ajuda pessoas de todo o mundo estão a ouvir o nome e a conhecer a vida de Alexandrina Maria da Costa.»

Publicado por Alexandrina de Balasar às 08:34

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Quarta-feira, 24 de Maio de 2006

«EXPERIMENTARÁ COMO JESUS É BOM, COMO É BOM, COMO É BOM!»

Na mesma entrevista onde se encontram os extractos que citei nos últimos dias, deu o Pe. Humberto esta tão curiosa informação sobre uma aparição da Alexandrina, que colocou no Cristo Gesù in Alexandrina, mas que o Pe. Gabriel Bosco não publicou no seu livro:

 

«Há anos (em 1956), uma Religiosa (calo o nome por sua vontade expressa) encontrava-se de cama, mas pouco disposta à aceitação da sua dolorosa situação de imobilidade e grave sofrimento.

Um dia apareceu-lhe na cela a Alexandrina, que ela não conhecia. Sentando-se junto da cama, teve com ela um colóquio interessante de uns dez minutos e convidou-a a imolar-se pelo mundo inteiro, necessitado de vítimas.

Antes de se despedir, apoiada aos ferros da cama e fixando-a com um olhar dulcíssimo e sorridente, disse-lhe, chamando-a pelo nome:

“Coragem! Experimentará como Jesus é bom, como é bom, como é bom!”

Depois desapareceu.»

Publicado por Alexandrina de Balasar às 10:23

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Terça-feira, 23 de Maio de 2006

O PE. HUMBERTO E A MORTE DA BEATA ALEXANDRINA

A gente pode imaginar um pouco da emoção vivida pelo Pe. Humberto, mesmo que esta situação não fosse inteiramente nova. Quando ele começou a dirigir a Alexandrina, viveu também um momento de autêntica revelação.

Mas ouçamos o final da narrativa:

  

Não dei a conhecer o que me ia no coração. Só pedi:

— Faça-me o favor de a convidar a vir à sacristia.

O pároco assim fez, tendo ficado na igreja enquanto ela vinha falar comigo. Não me enganara! Era real­mente a pessoa com quem eu desejava falar!

A meu pedido, repetiu-me a comunicação transmi­tida dias antes. Foi então que lhe expliquei quem era a Alexandrina. De rosto afogueado, ela ouvia-me cheia de interesse, mas evidentemente humilhada. A concluir a conversa, lembrou mais uma vez:

— Mas Nossa Se­nhora pediu para V. Rev.a não ficar triste..., e eu reza­rei por essa intenção.

Ditas estas palavras, retirou-se com o mesmo ar discreto e humilde com que entrara.

Foi no regresso a Turim que, de repente, me surgiu a ideia de escrever a biografia da Alexandrina. Fi-lo em oito meses, aproveitando o pouco tempo que as minhas pregações me deixavam livre e um período (dois meses) em que — providencialmente, sem que eu tenha feito qualquer diligência nesse sentido — os meus superiores me mandaram, como capelão, para a Casa de Saúde das Filhas de Maria Auxiliadora.

Nesses dois meses, então mais sossegado, pude dedi­car-me à consulta do abundante material escrito pela Alexandrina ou por ela ditado à Deolinda.

Quantas vezes eu não me senti desnorteado naquele imenso oceano de riquezas espirituais da Serva de Deus, sem encontrar a explicação de muita coisa que excedia as minhas possibilidades! Era então que voltavam à minha mente as palavras ouvidas na sacristia de Terras­sini:

«Espera-o um grande trabalho».

Meu Deus, como são misteriosos os vossos caminhos! E como é grande a Vossa bondade!

Publicado por Alexandrina de Balasar às 09:42

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Segunda-feira, 22 de Maio de 2006

O PE. HUMBERTO E A MORTE DA BEATA ALEXANDRINA

Veja-se como continua a entrevista doPe. Humberto ao Pe. Ismael de Matos:

 

Dito isto, aquela mulher desconhecida saudou-me e retirou-se.

Não sei com que cara fiquei!... Mas sei que a no­tícia me deixou atordoado. Limitei-me a murmurar um vago agradecimento e a responder à saudação: «Para sempre seja louvado!»

Os três dias seguintes (até quinta-feira) foram para mim um tormento. Surpreendia-me o facto de nem o Médico, nem a Deolinda, nem nenhum dos meus ami­gos de Portugal se terem dignado comunicar-me aquela morte. Julgava merecer essa comunicação pelo muito carinho que sempre nutrira pela causa de Balasar. E confesso que se apoderou de mim uma grande amargura.

O correio de quinta-feira trouxe-me a carta que V. Rev.a enviara para Turim e, juntamente, a estam­pazinha de Pio X que para mim tocara nas mãos da defunta.

Foi então que surgiu em mim o desejo de me encon­trar com a desconhecida com quem falara na sacristia para de novo ouvir da sua boca a narração de quanto se passara naquela segunda-feira. Mas como consegui-lo, se eu nem sequer fixara os traços do seu rosto? Perguntei ao pároco se, por acaso, reparara na pessoa que viera procurar-me à sacristia. Mas ele nada vira e os escassos indícios que lhe forneci não conseguiram elucidá-lo:

«Era uma mulher baixa, de cabelo grisalho e aspecto piedoso. Trazia um xaile preto...». Ele então sugeriu:

— Amanhã, ao distribuir a Comunhão, veja se con­segue identificá-la. E a única maneira de resolver o assunto.

Naturalmente, eu não revelara qual a razão da mi­nha curiosidade. Só lhe dissera que precisava de encon­trar aquela mulher para uma explicação pessoal.

Segui o conselho do Pároco. E pareceu-me tratar-se ele uma pessoa que, após a Comunhão, fora ajoelhar-se a um cantinho, junto de um nicho onde estava a imagem de um santo, já não recordo qual.

Depois da missa, ao encontrar o pároco na sacristia, lembrei-lhe a conversa da véspera:

- Olhe, parece-me que a tal pessoa é aquela que está ajoelhada num can­tinho assim, assim.

Respondeu-me:

— É com certeza a Antónia Aiello. Uma bela alma! (continua)

Publicado por Alexandrina de Balasar às 08:26

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Sábado, 20 de Maio de 2006

O PE. HUMBERTO E A MORTE DA BEATA ALEXANDRINA

O texto abaixo foi extraído duma entrevista dada pelo Pe. Humberto ao seu confrade Pe. Ismael de Matos, ao tempo em que decorria em Braga o Processo Informativo Diocesano da Alexandrina. A entrevista foi publicada pelo entrevistador no seu livro O Que Dizem de Alexandrina.

 

Naquele mês de Outubro de 1955 (quando morreu a Alexandrina), encontrava-me eu empenhado numa campanha catequística que tinha lugar na diocese de Monreale, na Sicília, a mais de mil quilómetros de Turim. Num domingo à noite, após a conclusão duma semana catequística que eu dirigira numa pequena cidade, levaram-me de automóvel a Terrassini, importante vila com duas paróquias, onde, logo no dia seguinte, eu iria dar início a outra série de conferências. Andava morto de cansaço. Mal cheguei, pedi ao pároco, meu amável hospedeiro daqueles dias, uma chávena de café com leite e fui imediatamente para a cama.

Na manhã do dia seguinte, segunda-feira, celebrei muito cedo. Estava na sacristia a tirar os paramentos, quando vi aproximar-se uma mulher. Saudou-me com um «Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!» e disse-me ter urgência em falar-me. Eu não a conhecia, pois chegara àquela vila havia apenas algumas horas. Das suas palavras, concluí que desejava confessar-se e res­pondi-lhe que a esperaria no confessionário. Ela, porém, logo retorquiu:

— Mas eu não quero confessar-me. O que tenho a dizer, posso dizê-lo aqui mesmo.

E, numa atitude humilde, com voz sumida, prosse­guiu:

— Enquanto V. Rev.a estava a celebrar a missa, apareceu-me Nossa Senhora e encarregou-me de lhe transmitir o seguinte:

«A Alexandrina morreu e já está no Céu.»

Eu não sei quem seja essa Alexandrina. Mas Nossa Senhora disse mais isto:

«Diz ao Padre que não fique triste, porque a Alexandrina está com ele. Reco­menda a Sua Rev.a que descanse, porque o espera um grande trabalho».

Publicado por Alexandrina de Balasar às 10:12

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